A cabotagem na Região Sul encerrou 2025 com 33,6 milhões de toneladas movimentadas, avanço de 1,38% em relação ao ano anterior. O balanço foi divulgado pelo Ministério de Portos e Aeroportos com dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, a Antaq.
Santa Catarina concentrou 19,6 milhões de toneladas. O Rio Grande do Sul registrou 9,6 milhões, enquanto o Paraná respondeu por 4,4 milhões. São dados estaduais: o volume catarinense não corresponde exclusivamente a Itajaí ou Navegantes.
Uma operação que vai além do contêiner
Segundo o levantamento, petróleo, cargas conteinerizadas, derivados de petróleo e ferro e aço aparecem entre os principais grupos transportados na região. O resultado reúne perfis de carga diferentes, com necessidades próprias de embarque, armazenagem e transporte terrestre.
O caminhão continua na operação
Cabotagem é a navegação entre portos ou pontos do território brasileiro. Para a carga chegar ao destinatário, o planejamento pode combinar a viagem marítima com percursos terrestres nas pontas.
Na análise da JV News, a escolha exige olhar a cadeia inteira. Distância até o terminal, frequência de embarque, prazos, transferências e condições de entrega precisam fazer parte da comparação. Não existe economia garantida apenas por trocar o modal de uma etapa.
Integração pede cuidado com a carga
Cada transferência exige responsabilidades claras. Conferência documental, identificação das unidades e registro de condições ajudam a manter a rastreabilidade. Quando há exigência de temperatura, o planejamento também precisa considerar a continuidade dos cuidados durante a operação.
Para os profissionais do transporte em Santa Catarina, o destaque do estado reforça a importância de compreender como rodovia e navegação se conectam. O objetivo operacional é fazer a carga chegar com integridade e dentro do prazo combinado.
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